2007/07/28

“ O CORPO HUMANO COMO NUNCA O VIU”

Diariamente somos confrontados com “formas de estar” na vida, da maioria dos Portugueses, em que se fossemos extraterrestres pensaríamos que a condição humana de pessoa para pessoa era drasticamente diferente.

Existem “pessoas”, se assim podemos chamar, que olham o mundo e os outros de uma forma superior, tal é a superioridade, que até “enjoa” olhar para esses seres.

Tratam os outros “abaixo de cão”, simplesmente porque têm uma conta bancária com alguns euros, outros por vezes simplesmente possuem é, muitas dívidas, no entanto...

Basta vermos o tratamento diferente, que recebemos, quando vamos de gravata ou de calças de ganga...

Aconselho a todos, principalmente aos que se acham com “a alma superior”, a irem visitar a exposição “ O CORPO HUMANO COMO NUNCA O VIU”, no Palácio dos Condes do Restelo, Rua da Escola Politécnica nº 42 (Lisboa), junto ao metro do Rato.

Esta exposição tem uma característica muito própria, pois consegue fascinar e chocar ao mesmo tempo, o que gera controvérsia de sentimentos.

Esta exposição utiliza espécimes humanos reais para oferecer ao visitante um manual visual do seu próprio corpo. Perante dezenas de cadáveres e centenas de órgãos, o visitante tem a oportunidade de aprender mais sobre as funções vitais do próprio corpo. Os espécimes foram alvo de métodos de preservação para travar a decomposição e permitir a dissecação de «sistemas e estruturas específicos».
O método da “polimerização” resume-se na imersão do espécime ou órgão dissecado “em acetona para evacuar toda a água do corpo” . Posteriormente, leva um “banho de polímero de silicone” e é “selado numa câmara em vácuo” . “A acetona sai do corpo em forma de gás e é substituída pelo polímero de silicone até ao nível celular mais profundo. O polímero de silicone endurece” e assim o espécime é preservado como se tivesse vida, já que consegue manter o relevo original e a identidade celular.



























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